O dia mais feliz da minha vida

Este foi um título de redação do primário que nunca usei por pensar que era muito clichê. No entanto, acho q nunca tinha experimentado o dia mais feliz até há pouco. Tentei reconstituí-lo em uma narrativa poética e descobri o qual foi a causa para tamanha felicidade. Acreditem ou não, foi algo bem simples que não experimentava desde minha infância, creio eu. A liberdade de viver, sem as restrições que nossos planos ou o cotidiano nos impingem. A teoria é bem básica e fácil, porém praticar isso é deveras complexo. Ainda mais se estamos mergulhados em nós mesmos.

Se desprender de si mesmo e se encontrar no outro (seja o outro uma obra de arte, um lugar, uma pessoa ou um momento). É quase a mesma sensação de estar numa montanha russa, pois no momento que desligamos nossas amarras de nós mesmos, a sensação é de queda livre. Não se esqueçam que na montanha russa nós não estamos em controle, mas alguém está e isso também ocorre quando nos propomos a liberdade.

Deixar o controle com o outro e apenas praticar o Carpe Diem, não é um problema. Muito pelo contrário. Esquecer o horário e ficar horas observando uma paisagem até se sentir integrado à ela. Se deixar levar em uma conversa até perder a noção do tempo. Fazer isso todo o tempo não é possível, pois temos nossos deveres e obrigações, mas devemos reservar alguns momentos diariamente, se possível.

A felicidade está ao alcance de nossas mãos, portanto alongue-se e pegue-a!

Ninguém disse que é fácil, mas, com certeza, vale a pena.

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