Aside

POLLYANA

03.08.14
A subjetividade e a objetividade se perdem nos entremeios entre a a longa e a curta duração.
Tudo aquilo que permanece é história, ou uma memória daquilo que passou.
Somos todos personagens sinfônicos, nessa harmonia descompassada que é o viver.
Por isso tudo e pela ausência completa do nada, pelos gritos mudos e pelos silêncios surdos, por todas as cores e por nenhuma, sonhos são criados e realizações se materializam.
Por rochas que presenciaram tanto do mundo ou por borboletas singelas, o sentido surge a cada minuto e nos perdemos em esperanças cor de rosa.
Encontramos no vento e nas ondas do mar significados nunca antes imaginados. Ilusões? Talvez, mas com certeza é vida, brilha e vale à pena.

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